Tudo tende ao tédio.
O meu tédio, como todo tédio que se preza, traz mais morte à mente do que cinco horas de televisão.
E como mata. Nesse momento é que fica mais acirrada a batalha entre, id, ego e superego; batalha por prazeres vãos, fúteis... Prazeres que seriam válvulas de escape do marasmo psiquico.
...
Matar.
Morrer.
Ninguém precisa entender o que queremos.
O problema real.
'Só o nascimento e a morte estão em ordem.'